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O rosto do Mestre (3)
 
Autor(a): Halbert Katzen

Que aconteceu ao corpo do Mestre?

[O presente texto é a terceira e última parte de um estudo em que são apresentadas as correlações entre a descrição contida em O Livro de Urântia e as constatações científicas quanto aos misteriosos Sudários de Turim e Oviedo. Se quiser ver ou rever a primeira parte do estudo clique aqui.]



Descarga de Corona

Uma “descarga de corona” é uma “descarga elétrica em torno de um objeto; uma descarga luminosa a partir da superfície de um objeto que está altamente carregado eletricamente, devido à ionização do gás que o rodeia”.30

Também é definida como “uma descarga elétrica caracterizada por uma corona [um brilho evanescente envolvendo o elétrodo de alta frequência em uma descarga de corona, muitas vezes acompanhada por faixas de luz direcionadas para o elétrodo de baixa frequência], que ocorre quando uma das duas superfícies condutoras (tais como os elétrodos) de diferentes voltagens  tem uma forma pontuda, resultando num campo elétrico altamente concentrado na sua ponta que ioniza o ar (ou outro gás) em torno dela. A descarga de corona pode resultar em perda de corrente na transmissão de energia elétrica e é utilizada em máquinas fotocopiadoras e aparelhos de purificação do ar”. 31

A Wikipédia tem uma página dedicada à discussão sobre descargas de corona. Em sua apresentação das aplicações comerciais das descargas de corona, ela declara: “a fotografia de Kirlian utiliza fótons produzidos pela descarga para expor película fotográfica” e que as “coronas podem ser usadas para gerar superfícies carregadas eletricamente, que é um efeito usado na cópia fotostática (xerocópia)”.32

“Pode dizer-se que o interesse da ciência moderna pelo Sudário começou em 1898, quando Secunda Pia, um fotógrafo italiano, tirou as primeiras fotografias do Sudário. Durante o processo normal de fazer uma impressão fotográfica, Pia reparou que o negativo da imagem do Sudário se parecia muito com um positivo fotográfico, como se pode ver na Figura [2, acima]. Esta descoberta deixou os cientistas curiosos e deu início a um contínuo e crescente interesse científico pelo Sudário até os dias atuais.”33

Na 3ª Conferência de Dallas sobre o Sudário de Turim, ocorrida em setembro de 2005, Giulio Fanti, Francesco Lattarulo e Oswald Scheuermann apresentaram um ensaio intitulado Hipóteses de formação da imagem do corpo baseadas em Descarga de Corona. Giulio Fanti faz parte do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade de Pádua, na Itália. Francesco Lattarulo pertence ao Departamento de Engenharia Elétrica e Eletrônica do Politécnico de Bari, na Itália. O resumo de seu relatório diz o seguinte:

“O presente ensaio propõe duas hipóteses sobre a formação da imagem do corpo no Sudário de Turim (ST) baseadas em descarga de corona (DC). Um mecanismo de impressão baseado em DC demonstra ser o mais credível depois de se verificar que algumas características da imagem do ST não estão em plena concordância com uma simples erupção de luz proposta por K. Moran e G. Fanti em 2002.

Resultados teóricos e experimentais relativos a plasma no ar são apresentados e discutidos com base em uma comparação com dados relativos ao ST, tanto em âmbitos macroscópicos como microscópicos. Mesmo se as hipóteses ambientais relativas a DC puderem ser refinadas, os resultados experimentais obtidos não mostram quaisquer diferenças químico-físicas apreciáveis das características da imagem do ST.”34

Uma das propriedades peculiares da imagem do ST é sua superficialidade: a imagem não penetra nas fibras do pano. Não somente isto tem relevância com a maneira como uma imagem de DC é produzida, mas também, sem tecnologia moderna, teria sido incrivelmente difícil para um artista reproduzir tal imagem.

Continuando a citar o relatório Hipóteses de formação da imagem do corpo baseadas em Descarga de Corona:

“Talvez o maior desafio para os investigadores do ST seja explicar como foi formada a imagem do corpo. Alguns pesquisadores formularam a hipótese de que um artista produzira a imagem artificialmente por métodos diferentes. No entanto, G. Fanti et al. (2005) declararam que, entre outros fatos importantes, a cor da imagem reside apenas nas fibras mais superficiais, nas partes superiores da trama; esta cor reside na fina camada de impureza das superfícies externas das fibras, enquanto que a celulose medular das fibras nas áreas da imagem está descolorida. Além disso, a imagem frontal, pelo menos na parte correspondente à cabeça, é duplamente superficial. Atualmente, nenhuma obra testada de artistas é capaz de exibir estas características peculiares.

Um mecanismo de difusão tem sido sugerido por muitos pesquisadores, como R. Rogers (2002), o qual propôs que a imagem do corpo é o resultado de uma reação química dos gases de decomposição do cadáver em contato com o pano de linho. No entanto, isto é inconsistente com algumas das características discutidas por G. Fanti et al. (2005), os quais reportaram que a imagem do corpo não mostra nenhuma evidência de sinais de putrefação, em particular em redor dos lábios, e de que não há nenhuma evidência de decomposição química de tecidos (ou seja, a formação de produtos da decomposição líquida de um corpo).”35

Note como estes últimos comentários relativamente a putrefação são consistentes com o que O Livro de Urântia diz sobre este assunto, especificamente:  “um retorno do ‘pó ao pó’, sem a intervenção das demoras do tempo e sem a operação dos processos ordinários e visíveis da decadência mortal e da decomposição material. [LU 189:2:7]

A afirmação por parte de O Livro de Urântia de que “Os restos mortais de Jesus passaram pelo mesmo processo natural de desintegração dos seus elementos que caracteriza todos os corpos humanos na Terra, exceto que, do ponto de vista do tempo, esse modo natural de dissolução foi violentamente acelerado, apressado chegando até mesmo a ser quase instantâneo”, no mínimo sugere algum tipo de processo envolvendo energia elétrica. A “desintegração dos elementos” presumivelmente envolveria algum tipo de descarga elétrica ou aplicação de corrente elétrica de maneira a acelerar a dissolução do corpo. [LU 189:2:8]



Medicina nuclear

Em 2001 foi publicado um ensaio, A Medicina Nuclear e sua relevância para o Sudário de Turim, da autoria de August D. Acetta MD, Kenneth Lyons MD e John Jackson PhD. Este ensaio sugere como hipótese o seguinte: “Se de fato um cadáver criou a imagem que vemos no Sudário, então a fonte para a energia recebida pelo pano pode vir da energia da ligação molecular e/ou forças nucleares dentro do corpo interagindo de algum modo com o pano. A ferramenta mais aproximada que temos para estudar isto atualmente é a medicina nuclear”.38

A introdução a este ensaio afirma:

 “O Sudário de Turim exibe uma imagem de um homem aparentemente crucificado, quimicamente o resultado de algum processo celulótico desidratante, oxidante e subsequentemente conjugador de carbono, cuja origem era antigamente enigmática. No entanto, muitas propriedades do Sudário são muito bem entendidas. Por exemplo, está claramente entendido por meio do trabalho da STURP e outros que o Sudário em algum momento de fato envolveu alguém e que não é o produto de algum artista medieval.

A imagem do Sudário sugere bastante acentuadamente a presença de muitos detalhes do esqueleto: por exemplo, os ossos do carpo e metacarpo, uns 22 dentes, órbitas oculares, fêmur esquerdo, o polegar esquerdo e possivelmente o direito curvados sob as palmas das mãos, assim como tecidos moles e ferimentos em tecidos moles; tudo presumivelmente se originando de alguma forma de radiação emitida a partir do corpo envolvido pelo Sudário. Não foi oferecido satisfatoriamente nenhum modelo científico humano que oferecesse esclarecimento da origem desta qualidade de imagem. Muitos postularam teorias de formação de imagem, por exemplo a “imagem latente” de Pellicori-Germans e os experimentos de contato direto de Jackson et al que ele concluiu que tiveram resultados bem negativos e foram de fato postas de parte. Outros sugeriram difusão. Schwalbe e Rojers, no entanto, falharam nas propriedades não limitadas à definição e clareza da imagem. Pesquisadores posteriores, como Giles Carter e Thaddeus Trenn estudaram biologia de radiação em uma estrutura teórica e alcançaram resultados prometedores em termos de superficialidade e clareza da imagem.

Por enquanto, o modelo de radiação humana parece oferecer a melhor aplicação à imagem do Sudário.”39

A conclusão declara:

“O modelo de radiação humana que usamos gerou um número de características que se equiparam com a imagem do Sudário de Turim. Tem que se registrar que estes pesquisadores não estão de modo nenhum reivindicando que reproduziram algumas das características exatas da imagem do Sudário. Antes, essas características que são semelhantes podem potencialmente ajudar a explicar melhor as vistas no Sudário assim como apontarem a provável origem geral de sua imagem.”40

Este ensaio não é particularmente extenso; encoraja-se os leitores a verem o original. O corpo do ensaio mostra numerosas comparações entre imagem nuclear e a imagem no ST, assim como as correlações com os aspectos tridimensionais da imagem abordados logo antes da seção sobre Descarga de Corona. Para brevidade, apenas alguns dos exemplos são incluídos neste relatório. As imagens e os respectivos comentários que aparecem nesta seção do relatório são retirados do ensaio.

O estudo afirma: “Em terceiro lugar, demonstramos que a natureza da radiação emitida é tal que produz uma imagem destituída de contorno acentuado como a encontrada no Sudário de Turim”.41


Veja as figuras 6 e 7.

Relativamente à iluminação, o ensaio afirma: “Em quarto lugar, demonstramos que a imagem resultante da radiação é destituída de quaisquer focos de luz como no Sudário”.42
Vários aspectos da fisiologia são igualmente aparentes. “Em sexto lugar, o fato de que os tecidos moles, informações sobre o esqueleto, assim como patologia nestes tecidos, podem ser todos visualizados concomitantemente utilizando o modelo de medicina nuclear, demonstra o paralelo para com o Sudário onde o mesmo é observado”.43

Uma das semelhanças mais impactantes é demonstrada nas Figuras 12 e 13. “Em nono lugar, a projeção isométrica (VP-8) das imagens que geramos revelou uma impressionante semelhança com a imagem VP-8 do Sudário no desnível dos dedos da mão esquerda. Sabendo que isto se deve a um desnível de 75-80% na intensidade de sinal em nossa imagem, sua relevância para com o mesmo fenômeno no Sudário não deveria ser descurada e devia ser seriamente considerada como uma função de efeito similar, isto é, um súbito desnível dosimétrico de sinal ou radiação”.44

O ensaio Medicina nuclear e sua relevância para o Sudário de Turim termina com o seguinte resumo:

“O modelo de radiação descrito neste estudo caracterizou muito do que vemos na imagem do Sudário em termos do comportamento da radiação sendo emitida por uma fonte humana. Acreditamos que o modelo de medicina nuclear é o melhor atualmente disponível para auxiliar em nosso entendimento da imagem do Sudário. Sentimos que nossos resultados demonstraram com eficácia a plausibilidade de que a imagem do Sudário resultou de uma emissão organizada e/ou coleção de radiação a partir do corpo e/ou pano respectivamente.”45

Novamente, seja qual for o significado de “aceleração” ou “desintegração de elementos”, é razoável suspeitar que isto possa ter algo a ver com algum tipo de excitação controlada com e/ou descarga de energia nuclear.



Considerações adicionais relativamente à imagem [por Carlos Leite da Silva]


O argumento mais imediato de quem considera o Sudário de Turim uma fraude é a famigerada datação de carbono 14 em 1988 (há mais de 20 anos) que atribuiu a idade do pano ao século XIII ou XIV.

No entanto, queremos chamar a atenção para um detalhe que põe essa teoria perante um impasse difícil de contornar.

Nas pesquisas realizadas foi comprovado cientificamente que o Sudário envolveu alguém que foi brutalmente chicoteado e crucificado, além de também ter recebido ferimentos na cabeça consentâneos com o que poderia ter sido uma coroa de espinhos. Lembramos que nesse aspecto o Sudário de Turim e o Sudário de Oviedo se reforçam mutuamente, já que os pontos das feridas na cabeça e nuca coincidem, além do tipo de sangue e, por exemplo, do tamanho do nariz.

No entanto, um detalhe impactante encontra-se na imagem a seguir:


Note que a seta laranja assinala uma mancha de sangue que diz respeito a um ferimento grave na região do pulso do homem crucificado.

Agora os historiadores já sabem que as crucificações dos romanos eram feitas pela incisão de cravos de ferro nos pulsos dos condenados, e não nas mãos. Essa era a única forma de a estrutura óssea ser capaz de aguentar o peso do corpo. As mãos simplesmente rasgariam ao peso do corpo.

Todas as pinturas da Idade Média representando a crucificação de Jesus mostram os pregos cravados nas palmas das mãos. Aliás, qualquer representação antiga das chagas de Cristo mostra as chagas nas palmas das mãos. Essa era uma crença absoluta, que se estendeu até o século XX, sendo desconhecida na época essa necessidade de perfurar os pulsos e não as mãos para a crucificação ser viável, já que, felizmente, esse bárbaro costume ficou perdido nos primeiros séculos da era cristã.

Esta é uma evidência poderosa contra a teoria dos detratores do Sudário de o considerarem uma fraude realizada na Idade Média.

[Este comentário não é da responsabilidade de UBtheNEWS, tendo sido inserido por Carlos Leite da Silva]



Conclusão

Como se todas as questões e controvérsias em torno do ST não fossem suficientes, O Livro de Urântia faz algumas afirmações que sugerem uma sabedoria que desencorajaria deixar para trás o ST e o SO, bem como as bandagens. A partir do tópico CONSELHOS E EXORTAÇÕES ADICIONAIS:

“6. Com a finalidade de que não contribuas, desnecessariamente, para a criação de sistemas subseqüentes estereotipados de crenças em Urântia, ou outros tipos de lealdades a religiões que possam não progredir, aconselhamos-te ainda que: Não deixes documentos escritos para trás de ti, no planeta. Exima-te de deixar escritos feitos em materiais permanentes; conclama os teus semelhantes a não criarem imagens ou outras representações da tua figura, como encarnado. Assegura-te de que nada potencialmente idólatra seja deixado no planeta, à época da tua partida.” [LU 120:3:7]

ups…!

“A primeira coisa que Jesus fez, depois de repensar o plano geral, para a coordenação do seu programa com os movimentos de João, foi rever, em sua mente, as instruções de Emanuel. Cuidadosamente repassou o conselho dado a ele, a respeito dos seus métodos de trabalho e de que ele não devia deixar nenhum escrito permanente no planeta. Nunca mais Jesus escreveu em nada a não ser na areia. Na sua próxima visita a Nazaré, e para grande tristeza do seu irmão José, Jesus destruiu todos os seus escritos que tinham sido preservados em pranchas, na oficina de carpinteiro, e os que estavam dependurados nas paredes da velha casa.” [LU 136:4:2]

Se este foi um desvio intencional do plano original, não seria o primeiro, de acordo com O Livro de Urântia. Este livro diz que Jesus queria ensinar mais em termos da família de Deus do que do reino do céu, mas que as pessoas daquela época simplesmente não conseguiram lidar com a simplicidade de tal verdade avançada. Jesus inicialmente pretendia não recorrer a manifestações miraculosas para passar sua mensagem; no final, suas simpatias para com os aflitos atraíram essas ministrações misericordiosas. Mesmo a transformação da água em vinho é retratada como o resultado de render-se ao desejo irresistível de fazer sua mãe feliz.

A pergunta precisa ser feita: “Por que os anjos iriam deixar estas relíquias para trás?” E não somente deixá-las para trás. Eles dobraram-nas e deixaram-nas arrumadas. E aparentemente os anjos fizeram algo misterioso com relação às bandagens porque O Livro de Urântia, um livro conhecido por ser rigoroso na linguagem e internamente consistente, refere por duas vezes as bandagens como “aparentemente intactas” e também as refere uma vez como simplesmente “intactas”.

“No recesso da pedra, onde haviam deitado Jesus, Maria viu apenas o pano dobrado, em que a sua cabeça esteve repousando e as bandagens, com as quais tinha sido envolto, intactas e dispostas sobre a pedra, tal qual estiveram antes de as hostes celestes terem levado o corpo. O lençol que o cobria encontrava-se aos pés do nicho fúnebre. [LU 189:4:6]

“Todas as cinco mulheres […] conjecturaram que o corpo tivesse sido removido para outro local de descanso. Mas, quando elas refletiram sobre tal solução para o seu dilema, não conseguiram explicação para o fato de os tecidos funerais estarem tão arrumados; como poderia o corpo ter sido removido, já que as próprias bandagens nas quais estivera envolto tinham sido deixadas na mesma posição e aparentemente intactas na prateleira mortuária?” [LU 189:4:9]

“Simão Pedro chegou correndo e, entrando, viu a mesma tumba vazia com as mortalhas arrumadas de um modo peculiar.” [LU 189:5:2]

“Pedro inicialmente sugeriu que a tumba tinha sido saqueada, que inimigos haviam roubado o corpo, talvez tivessem subornado os guardas. Mas João ponderou que a tumba não teria sido deixada tão arrumada se o corpo tivesse sido roubado, e também levantou a questão de como as bandagens foram deixadas para trás, e tão intactas aparentemente. E de novo ambos voltaram à tumba para examinar mais de perto as mortalhas.” [LU 189:5:3]

Talvez todos estes mistérios sejam parte do plano. Talvez as bandagens fossem deixadas aparentemente intactas para tornar a cena toda impossível de ser explicada. Talvez o lenço de rosto e o lençol funerário estivessem dobrados e separados uns dos outros para ajudar a garantir que as várias peças de pano fossem distinguidas e mais facilmente notadas de maneira que 2000 anos depois despertassem nossa curiosidade, para incentivar o interesse.

É justo conjeturar que a predisposição para se interessar por estas coisas tem mais valor espiritual do que simplesmente de obter respostas.

Talvez O Livro de Urântia não dê pormenores sobre se o Sudário foi encontrado, somente que foi jogado por um despenhadeiro, de maneira que isto pudesse ser desenvolvido como parte da cultura humana. Talvez “os que estão no alto” pudessem prever que iria levar uns milhares de anos antes que a humanidade estivesse mais preparada para apreciar algumas das verdades mais avançadas que caíram em ouvidos surdos durante esse período de tempo.

Por exemplo, O Livro de Urântia revela que Jesus incumbiu as mulheres de irem pregar a mensagem do evangelho. O status social das mulheres não era suficientemente avançado para que esta informação coubesse no Novo Testamento. Hoje o mundo está diferente. Agora amadurecemos o suficiente para lidar com uma apresentação mais plena dos aspectos do ministério de Jesus que são consistentes com o ensinamento de que diante de Deus não há homem nem mulher.

Na verdade, este relatório suscita muitas mais perguntas do que respostas. Mas como diz o ditado: “Alguns mistérios são para ser vividos, não resolvidos”. “Não vos desencorajeis; a evolução humana ainda está em progresso, e a revelação de Deus ao mundo, em Jesus e através de Jesus, não deixará de acontecer. [LU 196:3:30]

De acordo com O Livro de Urântia, “De todo o conhecimento humano, o que é de maior valor é poder conhecer a vida religiosa de Jesus e como ele a viveu”.

“Seguir Jesus” significa compartilhar pessoalmente a fé religiosa dele e entrar no espírito da vida do Mestre, consagrada ao serviço desinteressado dos homens. Uma das coisas mais importantes, na vida humana, é encontrar aquilo em que Jesus acreditava, é descobrir seus ideais e lutar para a realização do seu propósito elevado de vida. De todo o conhecimento humano, o que é de maior valor é poder conhecer a vida religiosa de Jesus e como ele viveu-a. [LU 196:1:3]


E este é realmente o ponto principal. O Relatório sobre o Sudário de Turim é oferecido principalmente como uma forma de incentivar a consideração da extensa e extremamente pormenorizada apresentação da vida de Jesus que se encontra em O Livro de Urântia. Tomar conhecimento da vida de Jesus a partir de O Livro de Urântia é infinitamente mais valioso do que tentar resolver e ser opinioso quanto aos mistérios relacionados com o Sudário de Turim.

[Tradução do inglês por Pedra de Roseta, www.pedraderoseta.com.br, com exceção do subcapítulo "Considerações adicionais relativamente à imagem", escrito por Carlos Leite da Silva]


 

Convidamos o leitor a ver logo abaixo vários vídeos relacionados com este apaixonante assunto.

O primeiro é um inédito produzido por UBtheNEWS:
A imagem no Sudário de Turim mostra uma distorção vertical semelhante à que ocorre com as imagens de medicina nuclear. Roger Basset trabalhou durante décadas com os pesquisadores do PPST na tentativa de obter uma imagem mais nítida do Sudário, especialmente no rosto de Jesus. Este filme mostra seus esforços para nos oferecer a representação mais precisa do rosto no Sudário que já se viu.
Este filme é uma produção UBtheNEWS.com:


Não deixe de ver abaixo (depois dos créditos do autor e da proposta de leitura) uma maravilhosa série de 4 filmes que, juntos, constituem um documentário de cerca de 45 minutos realizado pelo Discovery Channel que traz os resultados mais recentes das investigações científicas em torno do Sudário de Turim.


 
 

Halbert Katzen é o fundador e diretor do projeto UBtheNEWS. O UBtheNEWS documenta como novas descobertas e avanços científicos estão cada vez mais alcançando o extenso e detalhado relato sobre o desenvolvimento da vida e da civilização humana em nosso planeta  apresentado pelo Livro de Urântia.

Para aprofundar, leia:


Título: O Livro de Urântia

Coordenação: Associação Urântia do Brasil

Sinopse:
'O livro de Urântia' é composto por quatro partes - Parte I - O universo central e os superuniversos; Parte II - O universo local; Parte III - A história de Urântia; Parte IV - A vida e os ensinamentos de Jesus.

Nota – Para comprar o livro, clique na capa.


O Sudário de Turim - Discovery Channel (parte 1/4)




 

O Sudário de Turim - Discovery Channel (parte 2/4)


 

O Sudário de Turim - Discovery Channel (parte 3/4)



 

O Sudário de Turim - Discovery Channel (parte 4/4)



 

 
Data: 29/03/2010
 
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